Não é de hoje que a Petrobras está na mira de setores políticos e econômicos que pretendem se apropriar dela por causa das riquezas que ela gera.

A Petrobras detém tecnologias que praticamente nenhuma outra empresa do planeta possui, especialmente para produção de petróleo em águas profundas, como ela faz na camada do Pré-sal.

Por isso, é muito comum espalharem mentiras (as tais fake news) contra ela, criadas propositadamente para manchar a reputação da maior empresa do Brasil e uma das maiores do mundo no setor.

Uma das fake news mais comuns (que engana muitas pessoas) diz que a Petrobras não gera riquezas para o Brasil. Será?

Só em 2019, a Petrobras rendeu R$ 246 bilhões aos cofres públicos em impostos, royalties, dividendos e demais participações. O número é quase 35% maior do que os R$ 182,4 bilhões pagos em 2018.

Um total de R$ 98 bilhões foram de tributos próprios e R$ 39,3 bilhões vieram de tributos retidos de terceiros. Um total de R$ 108.7 bilhões corresponde às participações governamentais, como participação em leilões e royalties. Os royalties somaram R$ 18 bilhões do total.

Além de tudo isso, a Petrobras ainda teve um lucro de R$ 40 bilhões, e grande parte será aplicado em benefício da população brasileira.

São recursos fundamentais para o Brasil, que podem ser utilizados para financiar ações de educação, saúde, saneamento básico e outras áreas sociais, demonstrando a importância da Petrobras (maior arrecadador de impostos do país) para a promoção de políticas públicas.

Mas os espalhadores de fake news poderiam questionar: “se ela fosse privatizada, continuaria pagando a mesma coisa”. Não é bem por aí.

Se a Petrobras for privatizada, inteira ou por partes (como o atual governo vem fazendo), a tendência é reduzir as atividades em alguns locais considerados “menos lucrativos”. Com isso, a tendência é diminuir os repasses, já que a empresa paga tributos e royalties sobre o total e não sobre o lucro.

Outro fator fundamental: por ter a União (Governo Federal) como maior acionista, a Petrobras é auditada pelos órgãos de controle do Estado. Assim, mantendo-se estatal, fica mais protegida de manobras contábeis que permitam sonegação de impostos. Se for privatizada, as formas de controle são drasticamente reduzidas e, com isso, as chances de queda na arrecadação de impostos são muito maiores.

Manter a Petrobras estatal é garantia de alta arrecadação e de recursos essenciais para o desenvolvimento econômico e social do país.

 

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