Perto do fim de agosto de 2019, começaram a surgir as primeiras notícias de óleo cru chegando às praias do Nordeste e do Sudeste do Brasil.

O atual governo brasileiro, que nunca demonstrou apreço ou cuidado com o meio ambiente, demorou mais de um mês até começar a tomar medidas para tentar conter a mancha. Era tarde demais: ela se alastrou por mais de 800 locais e se transformou no maior desastre marinho da história do Brasil.

A demora também dificultou a descoberta dos responsáveis e tanto o governo como a marinha não chegaram a conclusões efetivas.

Setores que pretendem acabar com o patrimônio brasileiro e desejam privatizar nossas estatais chegaram a espalhar a mentira de que o óleo era da Petrobras. Exames feitos pelo Centro de Pesquisas (Cenpes) da estatal, que possui um banco de análises geoquímicas, comprovaram que as características encontrados não correspondia a nenhum tipo de petróleo explorado ou comercializado pela estatal.

Mesmo assim, quando recebeu autorização do governo para agir, a Petrobras teve papel fundamental na contenção do óleo na limpeza dos resíduos. Entre setembro e outubro de 2019, foram recolhidas mais de 370 toneladas de resíduos oleosos (mistura de óleo e areia). Foram mobilizados cerca de 1.700 agentes ambientais para limpeza das áreas afetadas e mais de 70 empregados da companhia para planejamento e execução da ação.

 

Estrutura de resposta a desastres

A Petrobras acionou sete Centros de Defesa Ambiental (CDA) e dez Centros de Resposta a Emergência.

Os CDAs estão distribuídos em pontos estratégicos do país e são instalações da empresa responsáveis por complementar recursos de respostas a vazamentos de óleo nas unidades operacionais.

Cada unidade operacional da Petrobras possui um Centro de Resposta a Emergência (foram usadas 20 unidades). Nele há equipamentos e recursos para respostas imediatas a acidentes. Juntos, as estruturas garantem a velocidade, os recursos e a capacidade de respostas às diversas emergências.

Se o governo se preocupasse com o meio ambiente, a Petrobras poderia ter usado toda essa estrutura logo nos primeiros dias após o desastre.

 

Ação integrada

A ação de limpeza dos resíduos do derramamento foi uma solicitação do Ibama, que esteve na coordenação e estratégia da contenção. Assim, criou-se uma operação com apoio técnico da Petrobras embasando a coordenação do órgão ambiental.

Entre as várias ações, as esquipes da estatal sobrevoaram de helicóptero mais de 5 mil km, as embarcações percorreram mais de 1.700 km na costa nordestina e foram distribuídos mais de 10 mil kits de equipamentos de proteção individual (EPI).

O conhecimento técnico da Petrobras ajudou a tomada de decisões, a localização de pontos estratégicos e também a destinação final do material recolhido.

Este tipo de ação integrada só foi possível com o conhecimento adquirido pela Petrobras e disponível para o benefício de toda a sociedade brasileira.

Com a Petrobras, o meio ambiente do Brasil tem futuro.

 

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