Antes dos governos Temer e Bolsonaro, a Petrobras atuava para impedir o aumento de preços dos combustíveis.

Apesar das críticas de grande parte da velha mídia e de setores que não são comprometidos com o povo, o governo da época controlava os preços e ajudava os brasileiros – em vez de aumentar os lucros dos acionistas da companhia.

Em sua campanha eleitoral, Bolsonaro chegou a usar a lembrança desses bons tempos, prometendo que o povo pagaria apenas R$ 30 por botijão. Mas depois de sua posse tudo mudou: os brasileiros estão pagando, em média, R$ 65 (mas em algumas regiões chega a R$ 115).

 

Como chegamos aqui

A política de preços dos combustíveis adotada pelos governos Temer e Bolsonaro é baseada no mercado internacional, em dólar. Isso mantém o Brasil refém das oscilações do mercado estrangeiro de petróleo e encarece demais os preços por aqui.

Quando ocorre qualquer instabilidade lá fora (como um conflito entre países produtores de petróleo), o preço do combustível no Brasil sobe, já que a tendência internacional é a elevação de preços.

É uma escolha do governo: se preocupar em beneficiar o capital estrangeiro em vez de cuidar da própria população.

 

O que diz o povo

Segundo pesquisa do instituto Vox Populi, 76% dos brasileiros querem que a Petrobras controle os preços dos combustíveis e do gás de cozinha.

Realizado no final de 2019, o levantamento mostrou ainda que 64% das pessoas são contra a venda das reservas de Pré-sal às empresas estrangeiras e defendem que a estatal seja a responsável pelo petróleo brasileiro.

Além de gerar uma crise sem precedentes, estagnação da economia e desindustrialização, a incapacidade do governo brasileiro em gerir o país chama a atenção de especialistas em todo o mundo.

Na definição do jornal The New York Times, o Brasil tem, de um lado, a maior empresa do país, e do outro, o “menor” líder do planeta.

 

Na contramão

O desmantelamento do Sistema Petrobras pelo atual governo é contrário às posturas dos países mais desenvolvidos e à vontade dos próprios brasileiros.

A imensa maioria da população já despertou para o fato de que as unidades estratégicas da estatal, bem como o Pré-sal, são parte do maior patrimônio econômico brasileiro e devem ser preservados.

Seguir na contramão é um risco que só interessa àqueles que não priorizam a soberania do Brasil.

 

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